segunda-feira, 23 de novembro de 2009


Por que ser contado pelo Censo em 2010?


Muito bem, caros cidadãos e cidadãs brazopolenses. Está chegando a hora de contarmos quantos nós somos. Para isto, o IBGE, a partir do ano que vem realizará o Censo 2010. A hora é essa! Precisamos nos apresentar, ter orgulho e convicção que moramos e vivemos em um dos maiores Municípios do Sul de Minas, 361,16 Km² ultrapassando em territorialidade cidades como Itajubá (290,45 km²), Santa Rita ( 350,874 Km²) e perdendo apenas para Pouso Alegre (543,883 Km²), as quais são polis consideradas bem povoadas.

Somos um grande Município, porém, em relação à demografia, temos a seguinte situação nestas cidades:

Brazópolis: 14.756 habitantes - 2009 - 40,85 Hab/Km²
Itajubá: 89.730 habitantes - 1º de julho de 2008 - 308,93 Hab/Km²
Santa Rita do Sapucaí: 35.724 habitantes - 1º de julho de 2008 - 101,81 Hab/Km²
Pouso Alegre: 126.100 habitantes - 1º de julho de 2009 - 231,85 Hab/Km²

Abaixo podemos analisar o comportamento populacional de Brazópolis nos últimos 19 anos:

1991 - 13.711
1992 - 13.545
1993 - 13.454
1994 - 13.338
1995 - 13.224
1996 - 14.601
1997 - 14.763
1998 - 14.900
1999 - 15.036
2000 - 15.173 - ano de censo
2001 - 15.339
2002 - 15.471
2003 - 15.613
2004 - 15.911
2005 - 16.076
2006 - 16.240
2007 - 14.452 - ano de censo
2008 - 14.807
2009 - 14.756

Há de se observar que entre os anos de 1995 e 1996 ocorreu uma elevação marcante de 1.377 habitantes que daí em diante até o ano de 2006 existiu um crescimento demográfico progressivo e bastante significativo, porém, a partir do ano de 2007, inversamente aos intervalos dos anos de 1995 e 1996, ocorreu uma queda abrupta da população, isto é, em 2006 tínhamos 16.240 habitantes e logo no ano a seguir, 2007, tínhamos 14.452 habitantes, portanto uma diferença de 1.788 brazopolenses terráqueos que desapareceram ou foram abduzidos para aqueles que acreditam em OVNIs e extraterrestres. Ou ainda para aqueles mais pessimistas que só ouvem o anunciar dos que se foram, estes números podem ser convincentes.
A fim de se resgatar o número de habitantes de nosso Município, sugiro a todos que no ano que vem, 2010, mostrem a sua cara e a de seus familiares, vizinhos e amigos para que possamos retomar a linha do crescimento não só habitacional mas como também do desenvolvimento, pois, número de habitantes significa mais ajuda, mais auxílio sócio-financeiro para Brazópolis. Ao atingirmos 16.981 habitantes, sairemos da atual classificação de 1.0 e entraremos no próximo ponto de 1.2 do Fundo de Participação dos Municípios, o que fará com que façamos jus à demanda populacional de nossa realidade social. O coeficiente de 1.0 é utilizado para uma população inicial de 13.585 habitantes. Já estamos com certeza no limite da proporcionalidade de recursos repassados ao Município. Portanto, em 2010 precisamos mostrar quem somos e o quanto nós somos!

BRAZÓPOLIS MAIOR, BRAZÓPOLIS MELHOR!

Fonte de dados: IBGE

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Que justificativa, hein?

'Cristo não fez aliança com fariseus', diz CNBB sobre declaração de Lula

A jornal, presidente disse que Cristo teria de se aliar a Judas no Brasil.Dom Dimas comentou frase e defendeu aprovação do projeto da ficha suja.

O secretário-geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa ao comentar as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (22), de que "Cristo teria de se aliar a Judas para governar o Brasil", o secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Dimas Lara Barbosa, lembrou que "Cristo não fez alianças com fariseus".

Para dom Dimas, fariseus são "pessoas que parecem uma coisa por fora, mas por dentro são outra". "Sem dúvida, Judas foi um dos discípulos de Cristo. Mas quero lembrar que Cristo não fez aliança com fariseus e saduceus", disse dom Dimas.

Antes de responder, no entanto, Dimas brincou ao saber do comentário de Lula: "Nossa, a coisa está tão ruim assim?"

Sem dúvida, Judas foi um dos discípulos de Cristo. Mas quero lembrar que Cristo não fez aliança com fariseus e saduceus"
Em entrevista publicada na edição desta quarta-feira (22) do jornal "Folha de S. Paulo", Lula utilizou a religião em uma metáfora política ao comentar acordos eleitorais. "Se Jesus Cristo viesse para cá (Brasil), e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão", disse o presidente.

Fonte:

Ele Morreu por nós porque não se vendeu àqueles que eram, são e continuam sendo fariseus!



sexta-feira, 11 de setembro de 2009

A Necessidade de Participar
e Contribuir

Com o surgimento e o alarde da crise financeira mundial, todos nós nos resguardamos e recuamos com nossos sonhos e planos de investimentos imediatos futuros de maneira preventiva. Porém, a catástrofe anunciada não aconteceu, mas, a redução e contenção de repasses de recursos públicos ocorreram. Há realmente uma grande redução no repasse do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM, que compromete enormemente o orçamento de nosso Município, pois este é a principal fonte de recurso de municípios como Brazópolis. Hoje, recebemos um repasse reduzido, muito aquém daquele que era repassado um ano atrás no mesmo mês. O Governo Federal tentou compensar esta perda com repasses extras que infelizmente não foram suficientes para colocar o município no mesmo patamar anterior.
Quando um valor como este cai, o Município já fragilizado e carente de recursos financeiros tem que ser consciente e realista de que suas necessidades mais urgentes não podem parar e muito menos regredirem. Daí a importância de todos nós, indistintamente, realizarmos o exame de consciência com a seguinte questão: Estou eu colaborando com o Município de Brazópolis para que ele realmente possa atender as minhas necessidades sociais, bem como a de meus amigos, parentes e semelhantes?
Sabemos e somos conscientes de que existem outros recursos com fins e aplicações específicas em determinadas áreas, como é o caso da saúde e da educação, que atualmente já garantem o investimento mínimo de 15 e 25% do orçamento, por Lei, respectivamente, mas que geralmente carecem de muito mais, a fim de melhorarem seus índices de atendimento e de qualidade em função de uma demanda que não para de crescer. Justíssimo! Se quisermos avançar rumo a uma melhor qualidade de vida, não podemos negar fogo, isto é, investimento.
Atualmente, a máquina pública já não mais é movida única e exclusivamente a benesses e a favores, ela, hoje, tem que andar com suas próprias pernas. Um município não pode depender apenas de repasses de recursos externos. Tem que gerar e principalmente demonstrar a capacidade produtiva e geradora de contribuir para o seu crescimento e desenvolvimento além de para com o seu Estado e País. As cidades que estão avançando, ao mesmo tempo estão deixando para trás o FPM como fonte principal de recurso, gerando e aumentando cada vez mais a receita através do fomento de novos negócios como a prestação de serviços e a produção de bens de consumo, os quais revertem tributos que ao serem recolhidos retornam à sociedade para que esta consiga promover cada vez mais a sustentabilidade própria. Daí a necessidade da participação coletiva, consciente e irrestrita da contribuição financeira e social através dos impostos, taxas, emplacamento de veículos no município e etc. Assim poderemos ter uma Brazópolis melhor e independente que poderá sonhar muito mais alto do que sempre sonhou. Mas para isso, reafirmo, é necessário participar e contribuir!

Uma questão importante: A Contrapartida

Para que um município possa desfrutar de convênios, contratos, programas e projetos dos Governos Federal e Estadual, atualmente, é praticamente obrigatório, demonstrar “com o que o município vai entrar”, isto é, a contrapartida que geralmente é financeira. Logo, há a necessidade de o Município ter dinheiro em caixa, recurso próprio para poder pleitear este tipo de recurso. Portanto, se o recurso próprio é escasso, fica difícil comprometer-se com a contrapartida suficiente e necessária ao convênio, por exemplo.
Há duas propostas inscritas no Ministério das Cidades, de projetos para melhoria de assentamentos precários dentro do programa Urbanização, Regularização e Integração de Assentamentos Precários. Um no Residencial Frei Orestes e outro no bairro São Francisco. Os dois projetos somam o valor de repasse de R$ 3.312.400,00. Se aprovados, a contrapartida financeira será de R$ 67.600,00 totalizando um investimento de R$ 3.380.000,00. Esta é em relação ao montante total, um valor praticamente mínimo, porém, para um município carente de recursos financeiros próprios, é um recurso que com certeza terá que ser muito bem contabilizado para que não afete ou prejudique uma determinada área ou setor.
Apesar da crise, estamos realizando convênios no Município com recursos próprios para que seja promovida a geração de renda e emprego através de incentivos legais que possibilitem o estabelecimento de novas empresas, a revitalização e modernização da produção rural, bem como a criação de novos negócios.
Precisamos preparar a terra, corrigi-la e adubá-la para que esta esteja pronta para receber as sementes do crescimento fértil de um futuro promissor baseado no equilíbrio entre o agronegócio, a indústria, o comércio e a prestação de serviços.
Para isto, medidas já estão sendo tomadas para que áreas sejam adquiridas ou até mesmo recebidas como doação ao Município, no intuito de contribuir e incentivar o resgate do desenvolvimento e do crescimento do Município de Brazópolis.
Precisamos prover recursos para nossos projetos e nossas necessidades imediatas. Educação, saúde, transporte, estradas, habitação, cultura, esporte, turismo não podem esperar mais, têm que recuperar o tempo perdido e o recurso financeiro próprio, a fim de demonstrarem competência e poder de fogo para pelo menos bancar esta citada contrapartida. Façamos a nossa parte! O resto será conseqüência da capacidade, da competência, do talento e da união dos brazopolenses que têm o dever de lançarem-se na ousadia e na ambição de ser referência de qualidade de vida no Sul de Minas, no Brasil e no mundo.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Trabalho, muito trabalho!

Pois é, o tempo necessário para aqui dedicar, expor e relatar fatos, é inexoravelmente cobrado pela dedicação ao trabalho em detrimento do social.
A partir de agora, será postada neste espaço, a comunicação com o máximo de objetvismo sem comprometer a informação na essência de sua veracidade e origem. E, claro, havendo a necessidade do detalhamento, a gente mergulha e se introspecta no conteúdo.
Vamos por em dia, em poucas linhas, o que já ocoreu, o que ocorre e o que ocorrerá. Até a próxima postagem!

sábado, 30 de maio de 2009

Assistência Social:
Instrumento para Ação, Prática e Exercício da Cidadania












Deputado Estadual Ruy Muniz - DEM


Carlos melles, Deputado Federal e também Presidente do Diretório
Estadual do Democratas


Em Seminário ocorrido na cidade de Passos, foi debatida a atuação e o desempenho da Assitência Social nas prefeituras do Sul e Sudoeste de Minas Gerais. O tema foi abordado pelo Sr. Marcelo Garcia, profissional atuante na área nas administrações Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva. Marcelo disparou contra a atual política assitencialista que o governo aplica. "Não basta só matricular e cadastrar pessoas no Bolsa Família. É preciso ir além, é preciso identificar quais as necessidades reais de sobrevivência, de desenvolvimento e evolução que o cidadão e cidadã têm e que não conseguem expressá-las para o agente social" - relatou o palestrante.
É inegáve! O Social não decolou! Há muito podemos avaliar e identificar um avanço muito tímido no que se refere as relações humanas de evolução e desenvolvimento social, apesar de toda a gama de programas, projetos, convênios, contratos, resoluções, leis e tudo mais, com o objetivo de assistir os brasileiros em suas necessidades mais básicas. Com certeza estamos no rumo certo sim, mas ainda nos falta a capacidade de se introspectar na essência mais cruel da miséria e da ignorañcia humana para sentirmos e sabermos definitivamente o que nosso semelhante anseia e clama no seu íntimo, no seu interior amordaçado, reprimido e censurado, impedido, até mesmo, de murmurar seus desejos mais simples e seus sonhos de quando criança.

Um verdadeiro projeto de assistência deve ser pensado a dois, isto é, o lado provocador e o lado provocado. As idéias, soluções e ações devem ser desencadeadas bilateralmente. O problema em questão deve ser encarado e resolvido de baixo para cima, isto é, do desamparado, com a chancela, o reconhecimento e a conscientização de todos aqueles que estão em uma posição melhor privilegiada para que o problema seja sanado de comum acordo e não quantificado unilateralmente, remediado ou tapeado.

As ferramentas e armas já existem. Sei que podem ser melhores, mas as que já estão à disposição, se forem utilizadas corretamente pelas pessoas hábeis e aptas na arte da sensibilidade humana, conseguiremos mudar em muito a atual visão do assistencialismo para uma visão apoiadora, ativadora e provocadora do potencial que existe dentro de todo ser humano para que ciclicamente avancemos com mais significância e qualidade na melhoria e no equilíbrio da vida em sociedade.

Isto é o que ouvi, entendi e percebi neste encontro realizado na cidade de Passos no dia 30 de maio, em reunião do partido Democratas, de iniciativa do Sr. Deputado Federal Carlos Melles, também presidente do Diretório Estadual do citado partido. Também estiveram presentes os deputados estaduais Ruy Muniz - DEM, João Bittar - DEM e Antonio Carlos Arantes - PSC, acompanhados de prefeitos, secretários municipais e responsáveis pelo serviço de assistência social destas prefeituras.
É bom saber e verifificar "in loco" que existem pessoas comprometidas com a efetiva e verdadeira atuação da Assistência Social no Brasil sem deturpá-la, prostituí-la e principalmente fazer dela uma ferramenta quantificadora de beneces.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Segurança AO VIVO
e A CORES

Vivemos dias de violência e impunidade nos quatro cantos do Brasil e aqui, não poderia ser diferente. Claro que ainda não atingimos os níveis percentuais das grandes cidades, porém é providencial que coloquemos na prática, nas ruas, ao vivo e a cores ações que possam realmente previnir e evitar o nefasto rumo que a violência tem nos imposto.

Graças a ações como a implantação do monitoramento remoto do Distrito de Luminosa, através de vídeo em tempo real, transmitido via Internet, podemos verificar que o dia-a-dia, atribulado por fatos desagradáveis naquele distrito, não será mais o mesmo. Antes que incidentes ocorram, temos que agir com estratégia e inteligência, fazendo uso da tecnologia à serviço da prevenção e não da remediação. Esta ação, com certeza, marca o início de um trabalho de cumplicidade positiva entre sociedade e poderes públicos à serviço do bem estar comum no Município de Brazópolis. Toda medida de segurança reivindicada, inicialmente, pela sociedade, com certeza, tem muito mais chance de dar certo do que quando desencadeada unilateralmente, de forma coercitiva e autoritária determinada pelos poderes públicos exclusivamente.

Ao se implantar um sistema de segurança desta envergadura, certamente temos uma ação que é indiscutivelmente louvável e validada por todos aqueles que participam em conjunto das decisões e soluções dos problemas da sociedade que afetam diretamente a todos.

Parabéns a todos que em momento algum se deixaram sucumbir pelo medo que a violência nos impõe, não "deixando pra lá" e nem mesmo dizendo que "as coisas são assim mesmo".

Atitude! Esta é uma palavra inalienável em uma sociedade consciente e ciente de seus deveres e compromissos para com o viver em coletividade.
video

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Ela Voltou

Poderia resumir um carnaval?
Sim, poderia!
Em poucas ou muitas palavras?
Não sei!
Só sei que diferente foi.
Sei que aos poucos ela volta.
Devagarzinho, aos poucos.
Consciente e sincera.
Aberta e para todos
Revivi aquele clima que quando aqui cheguei, senti, simplesmente senti de novo.
Breve, apenas uma brisa, mas senti!
Esta essência rara e bela que a todos pertence, está aqui de novo.
Foi-se um carnaval, surgiu a Esperança.
Ela voltou sim, a Esperença acompanhada da Felicidade.
Tímida, mas forte.
Capaz de mudar, trocar, alterar, expulsar e banir a tristeza daqui.
Alegria, Alegria, Alegria!!!

É nosso direito e dever sermos felizes sempre e sempre.

Assim é que se vive uma VIDA

Felicidade a todos!